A Assembleia Legislativa promove na próxima quinta-feira (23), às 15 horas, na Sala de Imprensa, uma entrevista coletiva referente ao 2º Simpósio Nacional sobre a Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (Aids), que será realizado nos dias 12 e 13 de março, na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). A coletiva terá a presença do deputado Volnei Morastoni (PT), coordenador geral do evento, e do professor doutor Luiz Alberto Peregrino Ferreira, coordenador científico.
O Parlamento catarinense já atuou como parceiro do evento em sua primeira edição, realizada em 1992, com o apoio do Ministério da Saúde, do governo do Estado e da UFSC. O 1º Simpósio, que reuniu grandes nomes da pesquisa médica e laboratorial, obteve repercussão internacional e foi considerado um marco na história da luta contra a Aids no Brasil. O destaque foi a conferência do professor doutor Luc Montagnier, coordenador da equipe do Instituto Pasteur que identificou o vírus da Síndrome da Imunodeficiência Adquirida em 1983.
Após 20 anos da primeira edição do evento, o professor Montagnier retorna a Santa Catarina para proferir a apresentação de encerramento do 2º Simpósio Nacional sobre a Síndrome da Imunodeficiência Adquirida como convidado do projeto “Grandes Conferências”. Laureado com o Prêmio Nobel da Medicina em 2008 pela descoberta do vírus da Aids, o virologista francês deve abordar em sua exposição os dilemas científicos do presente e o desenvolvimento de novas terapias.
O 2º Simpósio Nacional sobre a Síndrome da Imunodeficiência Adquirida é uma promoção da Universidade Federal de Santa Catarina, com o apoio institucional da Fundação de Amparo à Pesquisa e Extensão Universitária (FAPEU), e a supervisão científica do Ministério da Saúde, por meio do Departamento de DST / AIDS e Hepatites Virais. Assembleia Legislativa, governo do Estado e Secretaria de Estado da Saúde também apoiadores do evento.
Os objetivos estipulados pela organização do evento são o comprometimento das instituições públicas e privadas na busca de soluções inovadoras para as políticas de prevenção, a informação sobre as novas terapias disponíveis e o estímulo à perspectiva inquisitiva dos cientistas.