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Jornalismo perde uma de suas referências, diz Temer sobre morte de Jorge Bastos Moreno

E o ministro do Supremo, Gilmar Mendes, diz que Jorge Moreno serve de exemplo para momento de desunião

 

O presidente da República, Michel Temer, lamentou, na manhã desta quarta-feira (14), a morte do jornalista Jorge Bastos Moreno. Apresentador da rádio CBN e colunista político do jornal O Globo,  Moreno morreu nesta madrugada, aos 63 anos, no Rio de Janeiro, devido a um edema agudo de pulmão. 

Em nota, Temer afirmou que o "jornalismo brasileiro perdeu uma de suas maiores referências" e manifestou solidariedade aos familiares. "Arguto observador, irônico com maestria, crítico ferino, insistente apurador de fatos e bastidores, Moreno construiu uma das carreiras mais brilhantes e respeitadas nas redações do País", diz o texto. 

Gimar Mendes
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, e o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (PMDB), prestaram condolências hoje (14) à família do jornalista José Bastos Moreno, cujo corpo foi velado nesta tarde no Cemitério São João Batista, em Botafogo, zona sul do Rio de Janeiro.

Gilmar Mendes lembrou dos mais de 40 anos de amizade com Moreno e ressaltou o talento que o jornalista tinha em agradar e ter boa relação com diferentes e muitas vezes antagônicos atores da política nacional, servindo de exemplo de união para o momento de antagonismos que vive o país.

Rodrigo Maia
O deputado Rodrigo Maia destacou o respeito e admiração que tinha pela sabedoria e o talento jornalística de Moreno. "Sempre respeitei as notas dele, às vezes elogiosas, às vezes críticas, e isso não tirava da gente nossa amizade e carinho. Era uma pessoa que tinha muita experiência e muita história para contar. A memória dele era uma coisa impressionante. Tinha um talento para escrever e obter a informação e, principalmente, um carinho pelos amigos que era uma coisa maravilhosa", afirmou.

Trajetória
Repórter e colunista político do jornal O Globo, Moreno morreu na madrugada de hoje (14), aos 63 anos, no Rio de Janeiro. Segundo o jornal, onde trabalhou por 35 anos, o colunista sofreu um edema agudo de pulmão, decorrente de complicações cardiovasculares, por volta da 1h desta quarta-feira. O velório começou às 13h30, com a presença de jornalistas, artistas e do presidente do Conselho Editorial do Grupo Globo, João Roberto Marinho.


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