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2012
5/1/2012 11:27:00
Fotos da edições de 2012

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A Vila Rio do Peixe em 1915, quando contava apenas com 8 casas. Destaca-se na extrema esquerda, a residência de Leopoldo Ko. Freitag, atual propriedade de Walmi Griebeler e que será desmanchada em breve. Na frente, no outro lado da rua, que é a atual Av. 18 de Fevereiro, está a primeira casa comercial Ko. Freitag, com 2 portas e 2 janelas, que anos mais tarde viria a ser o imponente prédio do Armazém Ipira, que domina a paisagem na área do Centro Histórico, atual Supermercado Riopeixense. No mesmo lado, porém onde atualmente é a Rua Governador Jorge Lacerda, está a residência de Oscar Freitag, também pioneiro da colonização da Vila Rio do Peixe. Esta construção foi adquirida por Ivone Schroeder Rogge no começo dos anos 60, sendo desmanchada em 2004 para dar lugar à nova residência que está na esquina das Ruas Governador Jorge Lacerda e Santa Catarina. A casa comercial de propriedade de Oscar Freitag, que mais tarde serviu como Prefeitura Municipal, acha-se escondida pela residência Ko. Freitag. Acervo/Cláudio Victor Rogge O belo prédio de madeira que foi construído por Leopoldo Ko. Freitag na década de 40, onde, no andar térreo funcionava um bar, que inicialmente era de propriedade de Valdemar Harres, que o vendeu para Floriano Schäfer e finalmente era explorado comercialmente por Ari Kirst. Também funcionava a barbearia de Rogério Hilgert e a alfaiataria de propriedade de Elmo Hilgert. Na parte superior funcionava o cinema. O prédio foi adquirido por Floriano Schäfer na década de 50. No final dos anos 90, parte dele foi vendido para Newton Mosslinger, que desmanchou a parte de madeira e reconstruiu em alvenaria. A outra metade, incluindo o bar e o cinema, já desativado, incendiou-se na madrugada do dia 30 de abril de 2005. O terreno foi adquirido por Ademar Baldasso, que construiu um imponente prédio com salas comerciais e servindo também para sua residência. Observa-se que as portas do bar estavam decoradas com palmeiras e flores e na faixa afixada na varanda, registrava que “Kayser está presente neste evento turístico”. Era o Kerb de 1995. Ao fundo, o prédio construído por Franz Sendtko e atualmente de propriedade de Valli Poletto.    A paisagem do “Centro Histórico” de Piratuba, logo após concluída a ponte sobre o Rio do Peixe, lá em 1952/53. No outro lado do Rio, quase imperceptíveis, estão a Igreja Católica e o Grupo Escolar Carlos Chagas, que começou a funcionar em 1954. Na paisagem central, dominavam os prédios da casa comercial de Floriano J. Bender (ainda existente), o Hotel Piratuba e a Estação Rodoviária, destruídos por um incêndio ocorrido na madrugada do dia 08 de abril de 1973, quando perderam a vida 03 turistas (2 de Caçador e 1 de Videira) que estavam hospedados no hotel, cujo espaço é ocupado pela Unidade Mista de Saúde; o prédio Sendtko, atualmente de propriedade de Valli Poletto (que também passou por incêndio na madrugada de 17 de maio de 2006 e foi reconstruído) e o prédio do bar e cinema que era de propriedade de Floriano Schäfer, também destruído por incêndio ocorrido em 23 de abril de 2004, tirando de nossa paisagem urbana, um de seus prédios mais característicos. A Avenida 18 de Fevereiro em 1950, quando ainda circulavam cavalos trazendo pessoas do interior para fazer compras na loja de Frederico e Laura Luersen, que eram proprietários dos dois prédios: um de madeira e outro, de alvenaria. O de madeira, inicialmente era a sede do Banco Indústria e Comércio de Santa Catarina/INCO (transferido posteriormente para a casa que era residência de Leopoldo Ko. Freitag, atualmente pertencente à Valmi Griebeler). Nos anos 70, Frederico Luersen transferiu residência para Curitibanos e o prédio foi adquirido por Romeu Leobet, até então comerciante em Putinga, interior de Ipira. Ao adquiri-lo, desmanchou a construção e ergueu um prédio de alvenaria, como hoje se encontra. Observe-se que em frente ao muro, estão dezenas de tambores que serviram para armazenar gasolina, cuja bomba acha-se escondida pelo automóvel, certamente um Chevrolet. Ao fundo, o prédio do cinema, que era de propriedade de Floriano Schäfer O Grupo Feminino de Bolão do Clube União nos anos 70, que estava formado, seguindo-se da esquerda para a direita, por: Cecília von Borstel, Selvina Hepp, Elza Seckelmann, Ivone Schroeder Rogge, Paula Horn, Selma Bridi, Maria Suily Eitelwein, Oliveta Ninov Bussmann, Hilda Schreiner e Adela Wulff. Os treinos eram realizados todas as 4ªs feiras, a partir das 16h00 e todas compareciam uniformizadas, sendo que o grupo era muito unido, festeiro e alegre. Em ano eleitoral, um registro fotográfico da campanha para Prefeito Municipal, quando alunas do Curso Normal Regional (da esquerda para a direita: Dalgelisia Kilim Maciel, Norma Rodenbusch, Ilona Lizkiewich, Marlete Stein, Noemia Hepp, Helena Maria Stein, Lori Koch, Iracema Hachmann, Irene Hachmann, Lady Nayr Schroeder e Leonilda Rosa Plautz/Maninha) empunhando cartazes do candidato eleito Adolfo Heinz, representante da UDN, que concorreu com Leopoldo Ko. Freitag, representante do PSD. A mobilização pelas ruas do Centro Histórico foi no dia 14 de agosto de 1954. A foto pertence ao acervo de Noemia Hepp, atualmente casada com Asclepíades Pommê, residentes em São Bernardo do Campo/SP, onde acompanha as notícias de Piratuba/Ipira com sua assinatura do jornal COMUNIDADE. Como era a margem direita do Rio do Peixe, hoje Bairro dos Estudantes, nos anos 60, quando o Grupo Escolar “Carlos Chagas” dominava a paisagem. Na frente dele, a Igreja Católica (com suas 2 torres) e o Hotel de propriedade de Raymundo e Selvina Hepp. Nos fundos, a casa de Henrique e Paula Horn, atual propriedade de Semildo Casagrande. Também se destacavam ao seu redor, as residências de Edmundo Hofstaetter, Luiz Brust e de Arlindo Matzenbacher (atual residência de Elizio Hoppen). Bem ao fundo, a Fecularia Ipirense, atual marcenaria de Ivanor Casagrande. No alto, quase imperceptível, o Hospital Piratuba (atual Casa de Retiro da Comunidade Evangélica). Registre-se que naquela época, o caminho a ser percorrido para interligar Piratuba e Ipira, era a estrada que, ao passar a ponte, dobrava a esquerda, passando em frente à Fecularia e o hospital Piratuba. A Rodovia SC 462 foi aberta apenas na década de 70. O registro fotográfico foi feito da estrada que conduzia ao hospital da Sociedade Beneficente Piratuba, inaugurado em 1956.  Atualmente, quase todas as ruas do Bairro estão asfaltadas. No dia 18 de março de 1947, o 2º aniversário de Guiomar Rogge, reunindo familiares e amigos, muitos dos quais hoje são assinantes do jornal Comunidade. Da esquerda para a direita, entre outros, estão as irmãs Ilse, Erica (as duas residentes em Curitiba/PR) e Íris Fenner (residente em Franca/SP), as irmãs Rosina, Mechtild e Monika Maskus (que retornaram com seus pais, o Pastor Herbert Maskus e sua esposa Mechtild, para a Alemanha e já estiveram em Piratuba por algumas vezes), os também irmãos Ernesto, Mini (residentes em Balneário Camboriú) e Hedwig Luersen (já falecida). O irmão Cláudio V. Rogge está ao seu lado (calça preta e camisa branca) e integrantes da família Trennepohl. No fundo Maria Konder Rogge (tia) e sua mãe Ivone Schroeder Rogge, ambas já falecidas. Guiomar está sobre a cadeira, com cabelos cuidadosamente encaracolados e trajando um vestido de crochê confeccionado por sua Mãe. A residência ficava na Rua Leoberto Leal, em frente à Igreja Evangélica, não mais existe. Naquela região residiam várias famílias (Maskus, Rogge, Trennepohl, Freitag, Pilgert) e era grande a concentração de crianças, que costumavam brincar juntas.  Atualmente a aniversariante, casada com Nestor Milton Ritter, reside em Florianópolis.     Em tempos de mudança do trânsito em Piratuba, apresentamos um mapa da região do núcleo principal do Centro Histórico na década de 1920, quando a Av. 18 de Fevereiro se chamava Rua São Bento (do início, na antiga oficina mecânica, até o centro) e Avenida São Paulo (do centro até a Estação Ferroviária), onde havia as seguintes construções, do lado direito de quem segue para o Parque Termal: Bar (hoje Edifício Baldasso), Bar e Hotel (destruídos em incêndio e atual Unidade Mista de Saúde), a Comercial e Industrial Piratuba S/A (atual prédio da família Bender), e o prédio Poletto. No lado esquerdo o Armazém Ipira (atual Supermercado Rio do Peixe), um prédio (atual propriedade de Luiz Weber), o Banco INCO (atual propriedade de Romeu Leobet e mais duas propriedades. A atual Rua Governador Jorge Lacerda chama-se Rua Central e tinha duas propriedades: Oscar Freitag (atual propriedade de Cláudio V. Rogge) e Edgar Ko. Freitag (atual Lojas Casagrande). Como curiosidade, observa-se que havia um beco que iniciava na atual Loja de Móveis Real e seguia até a Rua Central, mas ficou restrito à entrada da garagem de Romeu Leobet. Por sua vez, a Rua Santa Catarina permaneceu até hoje com a mesma denominação. As quadras urbanas estavam divididas em lotes, agregadas nos Blocos A, D e E.  Na foto, que já sofreu a ação do tempo, registra a construção da Casa Paroquial da Comunidade Evangélica da Vila Rio do Peixe, finalizada em 1937 e que ficou na memória d todos como sendo o “Grupo Velo”, pois o Grupo Escolar Carlos Chagas ali permaneceu por um período. Serviu como escola da Comunidade Evangélica, com 4 salas de aula e como residência do Pastor, sendo o primeiro a nela residir Herbert Maskus, que chegou da Alemanha em 1938. Em 1947, quando a Comunidade Evangélica inaugurou sua nova igreja, de madeira, com uma torre para o sino, localizada onde hoje se encontra, a Casa Paroquial foi adquirida pelo dentista Otto Vogel, que também chegou da Alemanha fugindo da 2ª Guerra Mundial. Aqui permaneceu poucos anos e transferiu-se para Blumenau. Em 1954, quando o Carlos Chagas foi transferido para as novas instalações, no outro lado do Rio do Peixe, o prédio ficou abandonado, servindo para abrigar diversas famílias “sem teto”, até que foram desalojadas nos anos 60 e o prédio desmanchado. O terreno com 3.859,50m2 foi então adquirido pelo Lions Clube em 1972 onde foi erguida sua sede e construído um Parque Infantil e uma quadra de Esportes que serve para uso da comunidade piratubense. A comemoração das Bodas de Prata do casal Osvino e Hilda Hepp Laske, ocorrida em 6 de abril de 1965, reunindo familiares e amigos na sua propriedade, em Lageado Mariano, na época, transformada em “propriedade demonstrativa”, um programa pioneiro no estado de Santa Catarina. Além do casal, acham-se no registro fotográfico, conforme consta das páginas 44 e 45 do livro “Osvino Laske – Histórias e Memórias”, lançado em Florianópolis em 2 de fevereiro de 2009 para comemorar o 90º aniversário de Osvino: os pais Frederico e Carolina Laske; a sogra Florentina Hepp, a irmã Helga e seu esposo Edmundo Hoffstaetter, o irmão Rolf e sua esposa Lydia; os filhos Milton, casado com Aneliese; Darcy casado com Elfi, além de Semilto, Marlene, Marli, Marlize e Harri, ainda solteiros. No colo de Osvino, o primeiro neto, Francisco. Encontram-se também na foto: Hedo Becker, Herbert e Amélia Hepp, além de amigos da comunidade marianense. Osvino Laske, que foi vereador, vice-Prefeito, grande líder comunitário, hoje com 93 anos, continua a residir na mesma propriedade e acompanha as notícias de Piratuba através da leitura de Comunidade. Sua história familiar estará incluída no livro “Piratuba Terra Boa – Vol. III” cujo lançamento está previsto para o final do ano, concluindo a trilogia piratubense, cujo resgate foi incentivado pelo Prefeito Adélio Spanholi. Trabalhadores da atafona de Edvino Henicka, em Lageado Mariano, no ano de 1956. Da esquerda para a direita estão Alceno Henicka, Cláudio Sehn e Primo José Turin, que estava residindo nos últimos anos em Itapema/SC, retornando à sua terra natal e residindo atualmente em Ipira, ao lado do hospital. Na época, as atafonas fabricavam farinha de mandioca e polvilho. A safra era durante o inverno, sendo produzido em média, 15 sacas por dia. Hoje, só restam lembranças desta atividade agrícola. Nos anos 50, o movimento era tanto, que a família Klein construiu uma grande fecularia, localizada na estrada geral que interligava Piratuba/Ipira. Com o declínio da produção de farinha de mandioca, foi desativada a fábrica e no local passou a funcionar por muitos anos a Madeireira Ipirense. No prédio funciona atualmente a marcenaria de propriedade de Ivanor Casagrande. O prédio, pertencente à família Ko. Freitag acha-se à venda. O registro histórico nos foi encaminhado por Primo José Turin. Em 1976 a subida da Rua Santa Catarina sendo preparada para receber calçamento com paralelepípedos, executado durante a administração do Prefeito Mario Wolfart, podendo-se observar, no lado esquerdo de quem sobe, as valas abertas para a drenagem. Ali estão também as residências, na época de Christiano Poletto Netto (atual propriedade de Enho e Geny Ko. Freitag), a residência de Rolf Hoffmeister (atual propriedade de Tereza Mascarello Luersen), apenas o telhado da residência de Da. Mariechen Bauermann Hach, reconstruída anos mais tarde e o telhado do Clube União, desmanchado em 1998. Houve grande dificuldade para a regularização do trecho da mesma rua, em frente ao Clube União, pois ela estava em dois níveis, com uma taipa de pedra separando-as. Por esta razão, a residência de Edmundo Luersen ficou abaixo do nível, gerando na época, grande discussão jurídica. Por esta razão também, a conclusão dó calçamento desta rua, com pedras irregulares, tal como ainda se encontra um trecho – a subida através da Av. 18 de Fevereiro foi recentemente asfaltada – foi finalizada apenas na administração de Pedro Lucyk (1983/88). Registro fotográfico pertencente ao acervo de Rosemarie Hack.   Em tempos de Kerb de Ipira, é importante relembrar como era ô cerimonial de “tirar a coroa”, que acontecia quase no final do baile, quando as bonecas já haviam sido todas arrancadas. Tirar a coroa era para poucos, pois seu valor era alto e constituía-se num troféu, que era levado para casa e pendurado na cerca para que todos a vissem. No registro fotográfico, do Kerb de janeiro de 1965, sobre o balcão, onde era feita uma grande comemoração, estão da esquerda para a direita: José Luiz Stein, (já falecido) filho do ex-Prefeito de Piratuba Adão Willibaldo Stein, Harri Klicow, residente em Joaçaba onde era proprietário da Relojoaria Tic-Tac e também já falecido (era casado com a ipirense Celita Ritter), Nestor Milton Ritter, funcionário do Banco do Brasil de Joaçaba, já aposentado e residente em Florianópolis e ainda Benno Valdi Ritter, atualmente residente em Palotina/PR. No salão, os irmãos Hilário e Eloy Jairo Bomm, empresários de sucesso radicados respectivamente em Palotina e Curitiba e ainda sempre presentes no Kerb, especialmente no encontro dos ex-atletas do Nacional. O que chama a atenção, é que todos estavam trajando terno e gravata, como era costume na época. Registro fotográfico encaminhado por Nestor M. Ritter, que, juntamente com a esposa Guiomar Rogge Ritter, participaram de vários eventos do 92º Kerb de Ipira. Nos anos 50, um encontro histórico dos 13 filhos de Otto Albert Willelm Hermann Luersen e Caroline Hachmann Luersen (ambos já falecidos na época do registro fotográfico reunindo os seus descendentes, que estavam espalhados por diversas cidades do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul), pioneiros da colonização da vila Rio do Peixe, onde chegaram na década de 20, provenientes do Rio Grande do Sul. Em pé, da esquerda para a direita: Frederico, Laura, Elli, Otto, Matilde, Alcedo, Lídia, Otti e Paula. Sentados, na mesma ordem, Willi, Theobaldo, Alberto, Edmundo. Residiam em Piratuba: Frederico, Alberto, Edmundo e Paula. Registro fotográfico pertencente ao acervo da família de Alberto Luersen, que residia em Lageado Mariano, onde era proprietário de uma importante casa comercial. O núcleo principal da Vila Rio do Peixe na década de 20, quando não havia sido ainda iniciada a construção do Clube União. Na extrema direita, onde atualmente é a Rua Santa Catarina, ponteavam as residências de João Felipe Bauermann, Otto Luiz Rogge e João Leopoldo Hilgert. No espaço atualmente ocupado pela Rua Governador Jorge Lacerda, a casa comercial de Oscar Freitag e a residência de Edgar Ko. Freitag. Na atual Avenida 18de Fevereiro, a casa comercial de Leopoldo Ko. Freitag, ainda com o prédio de madeira, sua residência (atual propriedade de Valmi Griebeler), a Agência Chevrolet, de Pedro Emílio Assmann e outras residências do “Centro Histórico”. O momento registrou a passagem da Maria Fumaça, indo em direção à Estação ferroviária.   A Estação da Estrada de Ferro da vila Rio do Peixe em 1948, quando um dos principais produtos transportados pelos vagões de carga era a madeira. Dezenas de pilhas de táboa secando ao sol enquanto aguardavam o momento de serem embarcados com destino ao norte. A atual Rua das Flores tinha uma grande construção de madeira, de propriedade de Joaquim Piovesan, que servia como fábrica de barricas, que eram utilizadas para o transporte ferroviário de ovos e outros produtos frágeis. Na extrema esquerda, uma construção, também de madeira, de propriedade de Amantino Bueno dos Reis, servia como albergue para passageiros dos trens. E no alto, a Escola de Contabilidade do Professor João Müller. Arcílio Henicka, que comemorou 80 anos de idade no dia 1º de janeiro, reunindo familiares e amigos em Lageado Mariano, foi durante muitos anos, integrante do Jazz da Alegria, que animou centenas de bailes nos anos 50 e 60. No registro fotográfico (que já foi publicado também na coluna “Memória” do Diário Catarinense) o grupo musical reunido para animar o Kerb do Salão de Clácio Feyh, em Lageado Mariano, no ano de 1955. Da esquerda para a direita estão: Helvin Frühauf/flauta; Oscar Machado/clarinete; Edmundo Würth/pistão; Arlindo Machado/trombone; Arcílio Henicka/acordeon; Avelino/bateria e Primo Machado/banjo. Era o tempo em que os instrumentos não eram eletrificados. No domingo de aniversário, cujo evento foi realizado no pavilhão da Comunidade Católica de Lageado Mariano, estiveram reunidos alguns remanescentes do Jazz Alegria, que animaram o matine com os convidados. Lei em outro espaço do jornal, a matéria sobre os 80 anos de Arcílio Henicka. As Bodas de Ouro do casal Jacob e Alvina Bender, em fevereiro de 1950, comemorado em Ipira. Da família, fazem parte Floriano Jacob Bender, Edmundo Luersen, Arthur Roesler, Ervino Bender e Arthur Bender, todos acompanhados de suas esposas, filhos e netos. O registro fotográfico, como era comum na época, foi feito por Leopoldo Fischer.
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