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Resgate fotográfico - Todas as Edições
Claudio Rogge
13/4/2010 06:10:00

Ed

O casal Valentim e Amanda Kopp, com suas filhas Almerinda, Orminda, Dalila e Adila, em 1945. Valentim é considerado como um pioneiro da colonização da vila Rio do Peixe. A imponente construção, erguida em 1940 na Rua Santa Catarina, que servia para residência de sua família ainda se encontra da forma original graças aos cuidados que merece por parte de Dª Dalila Kopp Osório, atualmente residente em Florianópolis, mas que costuma vir até Piratuba frequentemente. Entre suas diversas atividades profissionais, merece ser destacado que servido por inúmeros anos como Juiz de Paz. Franz Sendtko, natural da Alemanha e sua esposa Albertina Sidônia Bandeira Sendtko, com seus três filhos: Armin (já falecido, casado com Ivani Bender, foram residir em Guarapuava/PR), Ariberto (casado com Nadyr Casagrande, reside atualmente em Fraiburgo/SC) e Arno (já falecido, casado com Noeli Dordi Freitag, foram residir em Palotina/PR) registrada em 25 de março de 1950. Nos anos 30, Franz, juntamente com Edmundo Luersen, montaram uma das maiores oficinas mecânicas do vale do Rio do Peixe, especializada em torno mecânico. Com o declínio do poderio econômico de Piratuba, acentuado na década de 50, quando também o frigorífico iniciou seu período de dificuldades por não poder enfrentar outros frigoríficos da região (Sadia/Concórdia, Brandalise, atual Perdigão/Videira e Pagnoncelli/Herval do Oeste), optaram por transferir-se para Curitibanos. A família Sendtko entretanto, permaneceu em Piratuba. Sua história estará incluída no livro “Piratuba Terra Boa vol. III” em fase de conclusão. A residência da família Sendtko resistiu por muito tempo, localizada na Rua Santa Catarina. Entretanto, foi desmanchada em 2010, por estar também tomada de cupins. Dela, restam apenas os escombros. Edmundo Luersen e sua esposa Rosa Luersen, na companhia de seus filhos: Mini, Ernesto e Hedwig. Edmundo, associado com Franz Sendtko foi proprietário da maior oficina dos anos 30 e 40 da região do baixo vale do Rio do peixe, localizada num prédio onde hoje está instalada a Loja Real de Móveis, executando serviços de torno, um dos primeiros existentes em toda a região, graças a um gerador próprio de energia. O Clube União, ao realizar o Carnaval de 1948, cujos bailes eram concorridos e com vários grupos formando blocos, por não dispor ainda de energia elétrica, decidiu por fazer uma ligação entre a oficina e o Clube, oportunizando-se o primeiro baile com luz elétrica. Ernesto, que ainda jovem saiu de Piratuba para trabalhar numa empresa de exportação no Rio de Janeiro. Ainda hoje divide seu tempo entre Bal. Camboriú e o Rio de Janeiro, onde possui apartamento em plena Copacabana. É assinante de COMUNIDADE, mas a cada semana, confere na Internet as novidades de Piratuba. 	Floriano Jacob Bender e sua esposa Guilhermina Schroeder Bender, um casal de pioneiros da colonização da vila Rio do Peixe, na companhia de seus filhos. Da esquerda para a direita: Rubin Nestor Bender, Gerda Nelsa Bender, América Arnalda Bender, Nilson Wilson Bender, Asta Glória Bender e Edy Elly Bender, na década de 1950.
     Floriano Jacob Bender viveu em Piratuba por 60 anos, em um momento em que a história dos dois se misturou e se encontrou intimamente interligada. Além de seu trabalho como comerciante, esteve envolvido na política e diplomacia da cidade. Mas, foi, sobretudo, em sua função de pai de família que deixou seu legado de empreendedor, retidão e solidariedade com o próximo.
      Oriundo de família alemã, nasceu em São José do Hortêncio, município de Caí/RS, no dia 18 de maio de 1903, filho de Jacob e Alvina Dreher Bender. Logo após a Guerra do Contestado, imigrou com seus pais e irmãos Theolina e Edvino, para a então chamada Vila do Rio do Peixe.  Nesse momento, desfrutando a plenitude de sua juventude, utilizou a energia e capacidade de trabalho que o caracterizava, para estabelecer uma serraria na região vizinha à Vila, conhecida por Picadão. Raymundo e Selvina Hepp, em registro fotográfico de sua família nos 60, juntamente com os filhos Herbert, casado com Amélia Poletto Hepp e os 3 netos: Antonio Carlos, Carlos Alberto e Herbert Hepp Júnior e Noêmia, casada com Asclepíades Pommê, com a primeira das duas filhas do casal: Ângela. Raymundo Hepp nasceu em 06 de Outubro de 1906 em Taquari/RS, filho de Jorge Hepp e Anna Catharina Hepp. Casou-se em 03 de dezembro de 1927 em Tabaí/RS, com Silvina Etzberger, nascida em 06 de Setembro de 1910 em Taquari/RS. Por volta de 1930 o casal mudou-se para Santa Catarina, fixando residência em Linha Serraria – Rio do Peixe, a procura de terras produtivas. Pouco tempo depois achando as terras ideais mudaram para Lageado Mariano onde residiram até 1944. Ali ele exerceu as funções de agricultor, madeireiro e açougueiro. Venderam suas terras e transferiram sua residência para Piratuba, onde montou uma pequena fábrica de mandolate. Dois anos depois, construiu um Hotel, que foi o primeiro de Piratuba, localizado nas imediações onde hoje se encontra a Copérdia. Outras informações sobre Raymundo Hepp e família constarão do livro “Piratuba terra Boa – Vol. III” 	A família de Leopoldo e Guilhermina Ko Freitag, pioneiros da colonização da vila Rio do Peixe, ao comemorarem suas Bodas de Ouro, em 27 de março de 1964, com evento realizado no Clube União, reunindo todos os familiares, registrou várias fotos, feitas por Leopoldo Fischer. Nesta, reunindo os netos, estão, na última filha, da esquerda para a direita: Claudete, Rolando, Íris, Ilse, Armin, Erica, Clinton e Clotilde. Na primeira filha, Cleusa, Irene, Cleonice e Teotônio. No colo de Da. Guilhermina, o 1º bisneto.
Leopoldo Ko. Freitag era natural de Brochier, então pertencente ao município de Montenegro/RS, onde nasceu em 31 de julho de 1894, filho de Antonio Ko Freitag e Maria Luize Schmitt. O nome Kobold, usado na Alemanha, no Brasil ficou abreviado para Ko. Casou-se em 27 de março de 1914 com Wilhermina Katarina Weber, também natural da mesma localidade, onde nasceu em 05 de junho de 1893, filha de Pedro Weber e Maria Madalena Sommer, ela natural da Alemanha. Na sua Certidão de Batizado, constava o nome “Leopold Fridriech Kobold Freitag”.
Maiores detalhes constarão do livro “Piratuba Terra Boa Vol. III”.
Na próxima edição, a família de Raymundo Hepp. Baile das Nações – realizado no dia 7 de setembro de 1963 pelo Grupo Escolar Carlos Chagas, lotou o amplo salão do Clube União e se transformou num dos eventos mais lembrados por toda uma geração de piratubenses. Desfilaram 18 representantes de nações, estando entre elas: Gerda Bender/Israel, Arlete Wolfart/Alemanha, Nelcida von Borstel/Estados Unidos, Nelly Gerhardt/Rússia, Iraci Kirsten/Hawaí, Lílian Weigert/Brasil. Desfilaram também Diva Maltzke, Dirce Korb, Clotilde Ko. Freitag, Rosemeri Fries, Norma Gewehr, Marly Adamcyk, sem que conseguíssemos identificar os países, entre os quais estavam Inglaterra, Grécia, Japão, Espanha, Japão, Holanda, entre outros. A organização foi da Diretora Marli Poletto e o grupo todo foi desfilar também em Concórdia, num evento promovido pelo CNEC.
A partir da próxima edição estaremos apresentando uma seleção de fotos de famílias, as famosas “Familie Bilt”, as quais estarão incluídas no livro “Piratuba Terra Boa – Vol. III” previsto para lançamento em 2012.  Um grupo de alunas e alunos do Curso Normal Regional “Francisco Honorato Cidade”, que funcionada junto ao Grupo Escolar Carlos Chagas, servindo como curso profissionalizante para professores. Da esquerda para a direita, estão, entre outras: Rita Cercal (1ª), Neusa Yvone Schwingel (4ª), Arlete Massaro (5ª), Alzira Kirschoff (6ª), Margarida Müller (7ª), Mafalda Mascarello (8ª), Nelci Bender (10ª), Nadir Casagrande (11ª), Evani Bender (12ª), Noeli Freitag (13ª), Fanni Hachmann (14ª), Juracy de Mello Schmidt (15ª) e Asta Glória Bender Weigert (16ª). Sentados, da esquerda para a direita: Carlos Winter (3º), Darci Duarte (5º) e Ari Koch (7º). Era o ano de 1954, quando o Carlos Chagas foi inaugurado. Aos fundos, os prédios do cinema, o edifício Sendtko (atual Guilherme Poletto), a rodoviária e o hotel (incendiados em 1974), a Casa Comercial de Floriano Bender. Foto pertencente ao acervo de Neusa Schwingel. Um grupo de alunas do Curso Normal Francisco Honorato Cidade, que funcionava junto ao Grupo Escolar Carlos Chagas, que corresponderia ao atual 2º Grau e formava professoras para o 1º grau. Foram formandas em 1956, da esquerda para a direita: Beusa Yvone Schwingel, Walmi Weber, Margarida Müller, Nelci Bender, Fany Hachmann e Alzira Kirchoff. Foto pertencente ao acervo de Neusa Y. Schwingel. O registro fotográfico da construção do 1º vão da ponte sobre o Rio do Peixe, na sua margem esquerda, iniciada em 1950, tendo por construtores Henrique Schwingel (pai de Neusa, Gladis e Guiomar Schwingel), Pedro Faustino Mallmann (pai de Maria Suily Malmann Eitelwein) e Emílio Henn (avô materno de Lady Nayr Schroeder Riffel). A ponte ficou concluída em 1953 e levou o nome do Governador Irineu Bornhausen. A estrutura de madeira foi substituída em 1983. Acervo de Neusa Schwingel. O casal Márcia e Orli Rogério Córdova de Souza, então funcionários da ACARESC, na companhia de Herbert e Amélia Poletto Hepp, participando de evento social realizado no Clube União em 1974. Orli reside atualmente em Lages/SC, onde acompanha as notícias de Piratuba mantendo uma assinatura de COMUNIDADE, esteve participando do III Festival de Cinema e Vídeo Rural, quando foi homenageado na comemoração dos 50 anos da EPAGRI, ex-ACARESC. Os demais já são falecidos. Os alunos da primeira turma do jardim de Infância de Piratuba, no ano de 1949. Era mantido pela Ordem Auxiliadora das Senhoras Evangélicas/OASE, tendo por professora Da. Hedwig Alzira Matte Werner e funcionava junto à Comunidade Evangélica. Entre o grupo de alunos se encontravam: Clinton e Claudete Ko. Freitag, Guiomar Rogge, Rudolf, Mônica e Christa Maskus, Derly Gaertner, Clotilde Ko. Freitag, Udo e Bodo Matter, Iria Matzenbacher, Nilson Schaeffer, Diana Sudbrach e os filhos do Prefeito Abelardo Souza, entre outros. Esta e as demais fotos sobre Jardim da Infância de Piratuba e Ipira, publicadas nas edições 286 e 287, pertencem ao acervo de Da. Hedwig. Os alunos do primeiro Jardim de Infância de Ipira, instalado pela OASE em 1949, tinham como professora a Sra. Hedwig Alzira Matte Werner. Entre o grupo que estava reunido para o desfile de 7 de Setembro daquele ano, que foi realizado em conjunto com os alunos de Piratuba por ser também o primeiro após a emancipação política ocorrida dia 18 de fevereiro,  se encontram: os irmãos Ester, Olavo e Nelson Pooter, Doraci Konrad, Vera Kappes, Carlos Edmundo Matzenbacher, Otávio Kirst, Íris Weber, além de integrantes das famílias Trautmann e Hann.
Da. Hedwig Alzira Matte Werner – 1ª Professora de Jardim de Infância em Piratuba e em Ipira, no dia 07 de setembro de 1949, num momento ímpar, reunindo as duas turmas, depois de participarem do desfile cívico, realizado em Piratuba, o primeiro realizado após a emancipação política do município. A turma de Ipira, no lado esquerdo, entre cujos alunos estão: os irmãos Ester, Olavo e Nelson Pooter, Lírio Schaeffer, Doraci Konrad, Vera Kappes, Carlos Edmundo Matzenbacher, Otávio Kirst, Íris Weber. No lado direito, os alunos de Piratub a, entre os quais estão: Marli Poletto, Guiomar Rogge. Mônica Maskus, Ivone Liszkiewich, Clinton Ko Freitag, Clotilde Ko Freitag. Deste momento, há fotos individuais, que estaremos mostrando nas próximas edições. Da. Hedwig, comemorou dia 07 de setembro, seu 79º aniversário. É uma mulher sempre ativa, dinâmica, participativa, integrante da Sociedade Coral Harmonia, da Ordem Auxiliadora das Senhoras Evangélicas/OASE de Piratuba e do Centro Espírita “Pioneiro da Luz”, onde se dedica à causas sociais. Seu histórico familiar estará incluído no livro “Piratuba Terra Boa Vol. III”
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