Um incêndio criminoso consumiu um barracão que ficava nos fundos do escritório da Cidasc em Canoinhas na madrugada desta quarta-feira, 26. Dentro do barracão estavam dois carros – um Gol do Instituto Catarinense de Sanidade Agropecuária (Icasa) e um Uno da Cidasc – também foram completamente consumidos pelo fogo. No barracão alugado era depositado ainda o arquivo morto da instituição.
Segundo o gerente da Cidasc de Canoinhas, Rodolfo Zipperer, era comum até sete veículos da Cidasc serem guardados no barracão. “Por sorte, dessa vez só dois carros estavam lá”, contou. Zipperer destacou ainda o trabalho eficaz do Corpo de Bombeiros de Canoinhas. “O incêndio começou pouco depois da meia-noite. Vizinhos perceberam e chamaram os bombeiros que conseguiram conter as chamas antes que elas atingissem o prédio principal da Cidasc, onde funcionam também, lojas e escritórios comerciais.
Uma cachorra prenha, adotada um dia antes pelas veterinárias da Cidasc, havia sido amarrada a uma coleira dentro do barracão. O corpo do animal foi encontrado carbonizado em meio aos escombros.
CRIMINOSO
Técnicos do Instituto Geral de Perícias (IGP) de Canoinhas estiveram pela manhã no local e concluíram que o incêndio foi criminoso. "Em virtude da inexistência de energia elétrica, o incêndio só poderia ser proposital", concluiu o perito Marco Antonio Bubniak.
O foco do incêndio foi o Gol, que estava com a porta aberta. "Em casos de incêndio, em geral, as portas não abrem. Houve arrombamento do veículo”, disse Bubniak.
Ainda de acordo com ele, o material combustível usado na ação é de natureza indeterminada.
Segundo a Cidasc, dos dois veículos incendiados, apenas o Gol tinha seguro.
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