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13 de Abril de 2010 - 11:08

Acidente que tirou a vida de Zenaide Schmitt Costa completa 30 anos

O sol forte que brilhou nesta segunda-feira, 12 de abril, não se pareceu em nada com o dia chuvoso que resultou em um dos maiores acidentes aéreos da história de Santa Catarina, em 12 de abril de 1980.

Gaspar - Cruzeiro do Vale

acidente

acidente / Foto: N/A

O sol forte que brilhou nesta segunda-feira, 12 de abril, não se pareceu em nada com o dia chuvoso que resultou em um dos maiores acidentes aéreos da história de Santa Catarina, em 12 de abril de 1980. Há exatos 30 anos o acidente tirou a vida de 54 pessoas, entre eles estava a professora gasparense Maria Zenaide Schmitt Costa.
A dor vivida pela comunidade gasparense ainda está na memória de Maria do Carmo Beduschi, que por muitos anos lecionou com Zenaide na Escola Honório Miranda, onde Zenaide dava aulas. “Ela era uma pessoa muito boa, boa professora, amiga, muito querida por todos. Quando ocorreu o acidente ela já não residia mais em Gaspar. Ela estava trabalhando na Secretaria de Estado de Educação, em Florianópolis, mas sentimos muito sua morte ”, relembra Maria do Carmo com saudades.


A professora era tão querida na cidade, que a escola do bairro onde morava, o Santa Terezinha, leva seu nome. A escola foi inaugurada em 1985, cinco anos após a morte de Zenaide.

 

O acidente


A professora gasparense viajava de São Paulo para Florianópolis no Boing 303, da linha Transbrasil, que fazia a rota Fortaleza a Porto Alegre. O avião se chocou contra o Morro da Virgínia, a 32 km de Florianópolis, matando 47 passageiros e oito tripulantes. O choque aconteceu às 20h38, minutos antes do pouso no aeroporto Hercílio Luz, quando a aeronave estava a uma altura de 1.100 pés.


Segundo os três sobreviventes, chovia forte em Florianópolis naquele sábado à noite. A tempestade era tão forte que os taxistas do Aeroporto Hercílio Luz já pensavam em ir embora, acreditando ser iminente o fechamento da pista e o desvio dos vôos Varig e Transbrasil.


Ao chocar-se com as árvores e o solo pela primeira vez, o avião partiu-se, a cabine foi arrancada e a parte principal da fuselagem arrastou-se por cerca de 300 metros na mata alta e fechada, rasgando-se e jogando muitos passageiros para fora, chocando-se finalmente contra uma rocha e capotando.


Alguns segundos mais tarde viria a explosão fatal, fruto das asas arrancadas, que permitiram o vazamento do combustível restante, o que lançou fogo pôr sobre os destroços da aeronave e sobreviventes, terminando por consumir o avião inteiro e aumentando significativamente o número de mortos. Dos 55 mortos no acidente, a maioria estava carbonizada e 18 só foram identificados através de sua arcada dentária (não havia ainda a técnica de exames de DNA).

Fonte: http://727.assintel.com.br/acid/acitra-1.htm#ocupantes

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