IGREJA EVANGÉLICA (IECLB) REALIZOU EM PALMITOS 29° ACAMPAMENTO DE JOVENS REPARTIR JUNTOS - ARJ
Texto: Pa. Vivian Raquel Gehrke
3/2/2012 03:54:00
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Nos dias 25 a 29 de janeiro, a Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil (IECLB), realizou no Parque de Eventos de Palmitos (CTG Porteira do Oeste), o 29° ARJ - Acampamento de Jovens Repartir Juntos, com base no tema: “Jovem, e a tua fé? A tua fé te salvou!” e o lema bíblico: “E crescia Jesus em sabedoria, estatura e graça, diante de Deus e das pessoas” (Lucas 2.52).
Acampados em barracas, reuniram-se em torno de 300 jovens dos sínodos do Uruguai, Planalto e Noroeste do Rio Grande do Sul, além de uma caravana do Sínodo Rio Paraná e da Argentina.
Com a assessoria do Catequista Edson Ponick, de Pelotas/RS, os jovens refletiram sobre a sua fé, através do tema e o lema do Acampamento, por meio de atividades diversas como: momentos de celebração e louvor a Deus, palestras, oficinas, e também, lazer e convivência. Foram várias oficinas, entre elas, destaca-se as de interesse e de compromisso dos jovens com meio ambiente, alimentação integral, fé e espiritualidade, danças tradicionais gaúchas, música, canto e composição, jogos para a paz, etc.
Entre a programação do acampamento, na  quinta-feira  os jovens tiveram uma noite de cinema com pipoca. No sábado  a tarde, aconteceu uma tarde radical com gincanas ao ar livre.  E no domingo de manhã, o acampamento foi encerrado com um culto oficiado pelas pastoras Vivian Raquel Gehrke e Clarise Ilaine Wagner Holzschuh da Paróquia Evangélica de Palmitos e pregação do Pastor Sinodal do Sínodo Uruguai, P.Ervin Barg, de Chapecó.
Este acampamento acontece sempre no início do ano e cada vez num sínodo diferente. O próximo acampamento acontecerá no Sínodo Planalto Rio grandense nos dias 23 a 27 de janeiro de 2013.
A equipe organizadora do 29° ARJ - Acampamento de Jovens Repartir Juntos, agradece ao município de Palmitos que acolheu e auxiliou para que este evento fosse possível. Agradece também a Paróquia de Palmitos, a todas as comunidades, e pessoas que se empenharam em auxiliar na organização, infra-estrutura e alimentação. Enfim, a todos que participaram nesses cinco dias e contribuíram para o sucesso deste acampamento.
 

Depoimentos dos jovens da IECLB
Nas primeiras horas da manhã de sábado (28), nossa reportagem esteve presente no local e acompanhou a intensa movimentação da juventude. Enquanto alguns ainda se mostravam sonolentos, outros já dedilhavam acordes musicais, e os mais ágeis, se fartavam na mesa diante de um delicioso café, preparado com antecedência por uma comissão responsável pela alimentação.
Segundo Patrick Hammes, de Mondai, o encontro facilita o entrosamento com colegas de diferentes municípios, conhecendo novos costumes e culturas. “Mas o que mais chama a atenção de cada um de nós é aprender repartir aquilo que temos e somos. Ser solidários a cada momento com quem está ao nosso lado ou necessita de ajuda”, explica o jovem mondaiense.
Em outro grupo encontramos outro mondaiense – Cleiton Dhein, que também avalia a importância do acampamento. “ É uma excelente oportunidade de conhecer e fazer novos amigos, e ao mesmo tempo fortalecer as existentes. Aprende-se a ver o mundo sob ângulos diferentes  que sozinhos, sem um ombro amigo, eventualmente o jovem tem dificuldade de identificar”.
Questionado sobre o alto índice de jovens que optam pelos caminhos das drogas, sem ao menos saber das conseqüências nefastas que estará sujeito – “se cada um que tiver esta tendência soubesse de antemão que a droga não leva a lugar algum, a não ser a decepções, poderia refletir melhor, mas quem se envolve, na maioria das vezes acaba fraquejando. Felizmente tem aqueles que conseguem dar a volta por cima”, conclui Cleiton.
Para Leandra Pipper, de Independência/RS, ao abordar o mesmo assunto – “os jovens gostam de novas aventuras, de vivenciar novas experiências, na ingenuidade de que esta possa lhe oferecer novas emoções, um estilo de vida melhor e normalmente acabam se dando mal. Quando tratados em clínicas especializadas de recuperação, a cada 100 internações 20% acabam voltando para a vida normal que levavam antes de cair nessa armadilha. Mas para que isso realmente venha a acontecer é necesário muita força de vontade, apoio incondicional da família e do acolhimento da sociedade. Quanto aos demais 80%...,  que Deus os protejam”, finalizou.
 

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