Coluna Claudio Prisco

23 Novembro 2015 11:15:00

O ex-prefeito de Joaçaba, Armindo Haro Neto, assinou ficha de filiação ao PMDB.

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Foto: Divulgação

Aldo articula presidência

Vice-presidente da Assembleia, o deputado Aldo Schneider (PMDB), já atua fortemente nos bastidores para conquistar a presidência da Casa em 2017. Neste ano, a tradição – inaugurada por Júlio Garcia em 2005 – de eleições por consenso deve chegar ao fim.

O outro postulante que se move internamente, por enquanto, é o tucano Leonel Pavan, que já foi senador, vice-governador e governador em mandato-tampão.

Mas no contexto atual, o peemedebista começa a vislumbrar melhores condições para vencer a disputa. Além do apoio dos 10 deputados do PMDB, Aldo está se aproximando dos oito parlamentares do bloco dos pequenos partidos, formado por PSB, PDT, DEM, PCdoB, PPS e PR. Somados estes votos, já seriam 18 em favor do peemedebista, que não deve ter muita dificuldade para cabalar pelo menos mais duas adesões na bancada do PT, já que seu oponente deve ser um tucano de quatro costados.

Se fizer 20 votos, Aldo Schneider assume a presidência da Alesc, pois é mais velho do que Pavan.

 

 

 

Costurando

Gelson Merísio, Paulo Bornhausen e Jorginho Mello, presidentes, respectivamente, do PSD, PSB e PR, têm conversado bastante ultimamente. Firmaram uma espécie de pacto de não agressão que enseja, ainda, uma aproximação entre as três legendas e entendimentos pontuais, onde for possível, já nas eleições de 2016. Como pano de fundo, está o pleito estadual de 2018, quando as três legendas podem estar no mesmo barco.

 

Casa nova

O ex-prefeito de Joaçaba, Armindo Haro Neto, assinou ficha de filiação ao PMDB catarinense. O ato foi em Florianópolis e contou com as bênçãos do vice-governador Eduardo Moreira, do presidente estadual da sigla, Mauro Mariani, e do deputado Valdir Cobalchini. O ex-alcaide entra no espaço deixado pelo vice-prefeito Marcos Weiss, que saiu do Manda Brasa e está no PSD. Weiss é o candidato do prefeito Rafael Laske e é apontado como favorito para o pleito do ano que vem.

 

Igreja transformada

O escritor catarinense Paulo Leonardo Medeiros Vieira lança, nesta quarta-feira, às 20h, nas Livrarias Catarinense do Beiramar Shopping, em Florianópolis, o livro Peregrinos do Absoluto – Minhas memórias dos outros, um inédito testemunho de um leigo sobre as mudanças havidas na igreja católica desde o Concílio Vaticano II, convocado em 1962 pelo papa João XXIII e encerrado em 1965, já no papado de Paulo VI.

 

 

Sem refresco

Se Dilma Rousseff e Eduardo Cunha pensaram que o noticiário daria um refresco a eles no vácuo da barbárie em Paris, enganaram-se redondamente. Ontem de manhã, o corajoso juiz Sérgio Moro deflagrou a 20ª etapa da Lava Jato, expedindo 18 mandados. Dois de prisão temporária, 11 de busca e apreensão e cinco de condução coercitiva.  Os alvos, desta vez, são ex-funcionários da Petrobrás. 

 

Agenda emergencial

Presidente da Fiesc, Glauco José Côrte, foi chamado às pressas a Brasília, ontem. Tinha agenda com o presidente da Confederação Nacional da Indústria, Robson Andrade, e com o ministro do Desenvolvimento, Armando Monteiro Neto, que já presidiu a CNI. Em pauta, a necessidade urgentíssima de agenda de retomada do crescimento, de um projeto para a indústria brasileira.

 

 

Brincas na OAB

O advogado Paulo Brincas vai assumir a presidência da OAB-SC no dia primeiro de janeiro. Conquistou 66,5% dos votos, enquanto Adriano Zanotto, ex-presidente e representante da oposição, ficou com apenas 33,5% dos sufrágios. Ou seja, o vencedor fez quase o dobro dos votos do oponente.  Vitória expressiva, com a maior diferença da história da Ordem: 12.819 a 6.455, confirmando o favoritismo de Brincas. Ele também venceu em 82% das subseções.

 

Gestão aprovada

O resultado, além do perfil do próprio Brincas, significa a aprovação da atual gestão da OAB, pilotada por Tullo Cavallazzi Filho. Ele, aliás, vai ser conselheiro federal na próxima gestão.

 

Freio de arrumação

O assanhamento do PMDB de Santa Catarina, que foi ontem ao encontro nacional da Fundação Ulysses Guimarães, a bordo de discursos de desembarque do governo Dilma, ficou só nisso: assanhamento. O vice-presidente Michel Temer tratou de informar aos revoltosos que o partido não sai do governo.

 

Cargos de SC

Neste caso, não seria minimamente coerente o PMDB Barriga-Verde entregar as presidências da Eletrosul e da EMBRATUR, entre outras funções federais estratégicas que administra?


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