Sexta-feira foi de homenagens

03 Novembro 2018 05:00:22

Cemitérios de Seara receberam celebrações e grande visitação.

Sexta-feira foi de homenagens

O Dia de Finados é uma data muito difícil àqueles que perderam um ente querido. Nada consola um coração entristecido, ainda mais quando estes foram tirados de forma abrupta.
Mesmo cientes de que a morte chega para todos, como destacou o padre Cleto Stülp em seu sermão no rito cristão realizado no Cemitério Municipal de Seara na manhã de ontem, e que somente o corpo é perecível, porque a alma é eterna, o vazio deixado com a partida é uma ferida que não cicatriza.
Dona Cleci Barbosa Pansera, que esteve no cemitério ontem acompanhada pelo esposo, concorda que o Dia de Finados faz doer ainda mais a saudade dos que se foram. "É difícil, porque a gente fica relembrando os momentos felizes de quando estiveram conosco". Acrescenta que "ainda assim, a celebração no cemitério é importante para resgatarmos em nossas memórias os bons momentos e poder homenageá-los neste ato simbólico. Isso traz um pouco de paz". Assim como ela, centenas de pessoas participaram da missa no Cemitério Municipal. Também houve celebração no Cemitério Jardim Santo Evangelista.

Mensagem

O padre Cleto e a equipe de liturgia da Paróquia São Daniel, com as orações, cânticos e palavras de conforto sobre a vida e a morte, buscaram consolar e levar esperança às famílias que choram suas perdas. O ritual durou cerca de 60 minutos.


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