Pedra fundamental do Centro de Ciência e Tecnologia de Penha será lançada dia 3

Investimento em área no bairro Nossa Senhora de Fátima visa construção de 14 laboratórios de pesquisa e um centro de observação astronômica; associação de pesquisadores lançará também dia 3 seu primeiro produto, uma embalagem industrial ecológica

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A Prefeitura de Penha irá ceder 11 hectares de área pública ao Instituto

O Instituto Hestia definiu a data de lançamento do Complexo de Ciência e Tecnologia a ser instalado em Penha. Será em 3 de outubro próximo, às 19h30, na sede do Sindicato dos Metalúrgicos de Itajaí, localizada no bairro São Nicolau. Nessa data, responsáveis pelo investimento lançarão a pedra fundamental do Complexo Hestia, que visa o desenvolvimento de pesquisas e geração de produtos inovadores para o País.

Durante o lançamento da pedra fundamental, o primeiro produto desenvolvido pelo Instituto Hestia inclusive será lançado dia 3: uma embalagem industrial ecológica para a comercialização de castanhas colhidas por índios caiapós. “Esse produto será a primeira vitrine do Instituto Hestia”, revela Etney.

Após a carta de intenções assinada em 27 de julho último, esse é mais um passo para a implantação do complexo, a partir de área de 18 hectares que será cedida ao Instituto na localidade de São Francisco de Assis, bairro Nossa Senhora de Fátima, segundo informa o professor-doutor Etney Neves, diretor-superintendente da Hestia.

A Prefeitura de Penha irá ceder 11 hectares de área pública ao Instituto, que além da instalação, também se compromete a levar obras de urbanização, tecnologia e investimento social à localidade de São Francisco de Assis, no bairro Nossa Senhora de Fátima, interior do Município. Na solenidade, será confirmada a construção desse espaço de pesquisas, com 14 laboratórios tecnológicos de ponta e um observatório astronômico – o que deve atrair para Penha pesquisadores de todo o País.

A previsão é que o complexo fique pronto no máximo em três anos, a partir da cessão de uso das terras pela administração pública. A Prefeitura analisa administrativa e juridicamente o mais correto procedimento para cessão dessa área para a construção do complexo, como também lei de incentivo fiscal para este e outros empreendimentos do mesmo gênero. 

A expectativa da Hestia é consolidar em Penha seu centro aberto voltado aos 1,7 milhão de profissionais da área de tecnologia e pesquisa que existem no Brasil, além também de pesquisadores de todo o mundo, principalmente os países vizinhos. Idealizada a partir de 1981, a entidade foi oficialmente fundada em 2008, no formato de uma associação nacional de integração e valorização dos cientistas e pesquisadores, professores e estudantes.

O objetivo de Etney é que instituições de pesquisa do país, públicas ou privadas, se associem ao complexo e proporcionem o acesso de seus pesquisadores. Neves conta que Penha foi escolhida para a instalação devido principalmente à sua localização estratégica perto da BR 101 e de dois aeroportos, além da ótima receptividade do governo municipal.

Inicialmente, o instituto já prevê a contratação de 91 profissionais da área de ciência e tecnologia para dar suporte aos pesquisadores que visitem e usem os laboratórios. Os investidores também irão, como contrapartida, urbanizar a localidade de São Francisco de Assis, além da cadeia comercial de seu entorno para atender esses pesquisadores.





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