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Agostinho Schnaider, da Keep IT, e Emilio Munaro, da Abes: instituições em busca da legalização |
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VEJA COMO LEGALIZAR SEUS PRODUTOS MICROSOFT. EMPRESAS DE SOFTWARE TÊM INCENTIVOS EXTRAS
Qualquer empresa pode obter uma consultoria gratuita da Keep IT para a legalização de produtos Microsoft. Empresas de software contam com condições e pacotes especiais, pois a Microsoft se interessa em tê-las como parceiras. Para saber mais sobre vantagens e condições para a legalização de software, você pode ligar para a Keep IT pelo telefone (47) 3336-0200
Você pode enviar uma mensagem diretamente ao diretor da Keep IT clicando no ícone abaixo.

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Uma das principais representantes Microsoft em SC, a Keep IT anuncia planos especiais para a legalização de empresas
Legalizar os softwares de uma empresa pode ser mais barato do que você pensa. E com uma série de vantagens, como atualização tecnológica, segurança e aumento da produtividade decorrente de novos recursos constantemente adicionados aos produtos. A Microsoft dispõe de uma série de pacotes promocionais que incentivam a legalização. No caso especifico de empresas desenvolvedoras de software, por exemplo, a economia pode chegar a 70%.
Uma das principais representantes da Microsoft para Santa Catarina, a blumenauense Keep IT traz serviços diferenciados para a legalização do parque tecnológico das empresas de todos os tamanhos. Agostinho Artur Schnaider, diretor da empresa, afirma que os projetos da Keep IT são realizados em três etapas distintas: o levantamento do parque instalado e as necessidades reais da empresa, a identificação dos produtos que precisam ser adquiridos e ajuda à empresa na compra mais adequada e, por fim, implementação de políticas na rede que impeçam o descontrole e instalações não autorizadas.
Agostinho explica que muitas vezes é mais vantajoso para a empresa manter um contrato de uso do software (serviço) com a Microsoft do que adquirir a licença de um programa (ativo). “Com o contrato de uso, todas as atualizações e lançamentos realizados pela Microsoft são primeiramente distribuídos aos clientes que têm o modelo de assinatura de software”, afirma. “É como um anti-vírus. Quando atualizações contra novos vírus são desenvolvidas, elas ficam disponíveis para os parceiros para download”, complementa.
Ele conta ainda que em alguns casos a compra de novos equipamentos com sistemas operacionais legalizados é mais barata do que a aquisição dos próprios sistemas. “Quando uma empresa quer atualizar o seu parque de hardware para utilizar o Windows Vista e o Office 2007, por exemplo, os preços desse produtos já instalados em muitos casos são menores”, afirma o diretor da Keep IT. “Deve-se lembrar que tanto software como hardware evoluem e a compra de equipamentos novos com softwares originais pode ser um excelente negócio”.
U$ 380 por ano e Windows atualizado
A Microsoft oferece um programa especial para empresas ligadas à área de informática e que querem ser parceiros dela. Por US$ 380 a empresa recebe um pacote com valor estimado de US$ 25 mil para uso interno. “O objetivo é que essas empresas possam utilizar mais, melhor e antes os produtos gerados pela Microsoft”, afirma Agostinho.
Funcionalidades do Office 2007 geram produtividade
Uma das grandes reclamações dos usuários do Office era utilizar apenas 10% das ferramentas que ele apresenta. Isso porque muitas delas ficavam escondidas nos vários menus da parte superior. “Graças a essas observações, a Microsoft reformulou a interface de programas como o Word, o Excel e PowerPoint”, afirma Agostinho.
Com a nova interface, todas as ferramentas ficam disponíveis a vista do usuário. Assim, nenhuma delas é desperdiçada. Além disso, na nova versão os movimentos de quem está trabalhando com esses programas geram menus específicos para a ação que está sendo realizada. “Se a pessoa estiver fazendo uma tabela, por exemplo, todas as funcionalidades de tabela aparecerão no menu”, explica Agostinho. Essa praticidade aliada às novas funcionalidades – como a possibilidade de publicação direta a partir do documento para áreas de controle interno e sites, por exemplo – trazem um aumento considerável de produtividade.
“Com as ferramentas mais fáceis de serem acessadas, o colaborador ganha muito tempo na formatação de textos, geração de gráficos e criação de apresentações, por exemplo”, afirma Agostinho. | |
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Se a sua empresa trabalha com qualquer tipo de software pirata – de sistemas operacionais a anti-vírus –, fique de olho. Para diminuir a falsificação de programas, a Abes está realizando treinamentos e incentivando a legalização através de descontos para diminuir dos atuais 60% para 54% até 2009. Segundo Emilio Munaro, coordenador do grupo de trabalho anti-pirataria da Abes, as empresas e instituições de ensino são os principais alvos das campanhas da entidade, já que recebem vários incentivos por parte das próprias empresas. “A Microsoft, por exemplo, tem programas especiais para aquisição de sistemas operacionais para empresas. Já as universidades têm descontos de até 90% para esse tipo de compra”, complementa.
RISCOS DE QUEM FALSIFICA
Os crimes para falsificação de software dividem-se em dois grupos: a violação do direito do autor e a exposição, cópia e comercialização. No primeiro caso, a investigação é iniciada através de uma denúncia e de uma checagem junto aos associados da Abes. “Quando recebemos uma suspeita de falsificação, notificamos as empresas e elas nos avisam caso o alarme não seja confirmado – se a empresa em questão é cliente de alguma delas”, explica Emilio.
Se o alarme for verdadeiro, o processo continua. “A Abes tem procurações escritas de todas as empresas para que as ações de apreensão de softwares falsificados sejam realizadas pela própria associação”, explica Emilio. Apenas com uma procuração em mãos, o oficial de justiça vai até a organização. Neste caso, a penalidade é de seis meses a dois anos de reclusão ou pagamento de multa.
Já para exposição, cópia e comercialização não é necessário mandado judicial. “Como nestes casos, além de falsificar há um ganho financeiro em cima das cópias e sonegação de impostos por parte dos comerciantes, o policial tem autorização para atuar em flagrante”, afirma o coordenador do grupo de trabalho anti-pirataria da Abes. Neste caso, a pena é de dois a quatro anos de reclusão e pagamento de multa.
São duas as leis que protegem a falsificação de softwares e sistemas: a Lei de Software e a Lei de Direitos Autorais e Propriedade Intelectual. No caso de uso indevido de um sistema operacional, por exemplo, a multa pode chegar a 3.000 vezes o valor da licença do produto. As denúncias podem ser feitas pelo 0800-110039.
10% MENOS PIRATARIA E US$ 3,7 BILHÕES INJETADOS NO MERCADO DE SOFTWARE NACIONAL
Segundo o Estudo Anual Mundial de Pirataria de Software, realizado pela Abes em parceria com a Business Software Alliance (BSA), se a pirataria nacional passasse dos 64% registrados em 2005 para 54%, o mercado nacional de software receberia a injeção de US$ 3,7 bilhões.
Os cofres públicos receberiam, com essa diminuição, um aumento de contribuição que gira em torno de U$ 550 milhões.
Outro resultado significativo seria a criação de 21 mil empregos em TI diretos e 80 mil indiretos. “O software é um grande gerador de empregos e a queda na falsificação gera um aumento no número de vagas disponibilizadas”, afirma Emilio.
PEQUENAS SE DESTACAM NA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA
Aproximadamente 78% das empresas filiadas à Abes são micro e pequenas empresas. Também entre as associadas, 85% são genuinamente brasileiras. Segundo Emilio, é importante ressaltar que as multinacionais só podem entrar para a lista de associadas se tiverem um escritório no Brasil. “A associação tem o perfil da empresa brasileira e defende os seus interesses”, afirma.
POLICIAIS DE SC RECEBEM TREINAMENTO DA ABES
A Abes e o Ministério da Justiça escolheram duas cidades catarinenses estratégicas para realizarem a capacitação dos policiais para treinar e identificar programas ilegais. Profissionais de Blumenau e Florianópolis receberão as orientações em março de 2008.
Além de educar as autoridades locais, o objetivo é apresentar um panorama geral sobre a pirataria no setor de software, os prejuízos causados para a indústria nacional e o balanço das ações de combate à pirataria em cada região do país.
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