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METODOLOGIA DA EDUCAÇÃO SUPERIOR V

02 Agosto 2017 15:33:55

Jor. Adelcio Machado dos Santos (MTE/SC nº 4155 - JP) Diretor da Associação Catarinense de Imprensa (ACI).

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Jor. Adelcio Machado dos Santos (MTE/SC nº 4155 - JP).

Masetto (2003) analisa que, na práxis docente, a avaliação traz junto a si, a idéia de nota, de poder, de aprovação ou reprovação, de autoridade, de classificação de alunos para os mais diversos fins.

Evidentemente que todos os professores querem que o aluno aprenda, porém grande parte estão desatentos a algumas características do processo de aprendizagem, fato que pode estar diretamente associado a falta de metodologia tanto didática como pedagógica do ensino superior.

Dentro deste contexto, o autor afirma que a primeira grande característica de um processo de avaliação é a integração ao processo de aprendizagem como um elemento de incentivo e motivação para a aprendizagem.

Percebe-se que em relação à metodologia tal característica é a principal diferença na prática dos docentes que passaram ou não por orientações metodológicas próprias do ensino superior.

Destarte, o processo de avaliação que busca propiciar elementos para verificar se a aprendizagem está se realizando ou não deve conter em sua capacidade uma análise tanto do desempenho do aluno como do professor e da adequação do plano aos objetivos propostos.

Neste sentido, para se colocar os princípios expostos em prática, pode-se recorrer ao uso correto das técnicas avaliativas, adequando-as aos objetivos educacionais que são inúmeros como as técnicas que se precisará usar para avaliar se a aprendizagem está sendo obtida ou não.

Logo, como a avaliação é um processo em função da aprendizagem, deduz-se que os objetivos da aprendizagem são os que definirão as técnicas avaliativas (MASETTO, 2003, 159).

Murdick, Render e Russel, 1990 apud Moreira (1997), proclamam que, na práxis, o conceito de qualidade de ensino, vincula-se intimamente à atuação do professor em sala de aula, sua preparação metodológica e pedagógica para com o processo de ensino-aprendizagem.

Todavia, nas universidades, a mera avaliação do professor em sala de aula é claramente insuficiente, abarcando também a avaliação da qualidade da adequação ambientar do ensino e da adequação instrumental ao ensino, que conseqüentemente, envolvem políticas de produtividade, custo e qualidade.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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