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Presidente do Legislativo de Capinzal dá posse aos vereadores Paggi e Valduga

15 Maio 2019 13:57:55

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Valmor, Bruno, Coronetti, Valduga, Enio, Zocoli, Renato, Gilmar e Lucas.

A sessão plenária ordinária da Câmara de Vereadores de Capinzal, terça-feira, 14 de maio, presidida por Renato Marcelo Markus, deu posse nos suplentes na função de vereador, sendo Enio José Paggi (PFL), em substituição de Kelvis Borges (PP) e também der Gerson Luiz Valduga (PCdoB) em substituição de Rafael Edgar Tonial (PSB), os quais ocuparam as cadeiras por quatro reuniões.

Renato é autor de Moção de Repúdio com os demais vereadores Gilmar Junior da Silveira (PSD), Alcidir Afonso Coroneti (MDB), Valmor de Vargas (PPS), Carlos Adriano Zocoli (PSDB), Bruno Michel Fávero (SD) e Lucas Antonio Dorini (MDB), endereçada ao

Ministério da Educação – MEC, pelo corte do orçamento destinado às instituições federais de ensino.

Conforme anunciado, o Governo Federal, por meio do Ministério da Educação (MEC), contingenciou ao menos 30% dos recursos destinados às instituições federais de ensino, como as Universidades Federais e os Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia. Esta contenção pode ser ainda maior, de acordo com a rubrica e a instituição afetada.

No Estado, a Universidade Federal de Santa Catarina, que figura nos rankings internacionais como uma das dez melhores universidades do país, teve retenção de R$ 46 milhões de reais de seu orçamento anual, o que impactará diretamente em seus mais de 43 mil alunos matriculados. A Universidade Federal da Fronteira Sul, com reitoria em Chapecó, terá R$ 18 milhões a menos em seu orçamento para o corrente ano de 2019.

Os Institutos Federais de Educação também sofreram contingenciamento, sendo R$ 23 milhões retidos do Instituto Federal de Santa Catarina e outros R$ 19 milhões do Instituto Federal Catarinense, que está presente na região Meio-Oeste com campi em Fraiburgo, Videira, Concórdia e Luzerna.

Note-se que não se trata de orçamento de Capital, utilizado para melhorias e obras também necessárias ao campus, mas sim de verba de custeio, utilizadas para as despesas correntes, como água, luz, internet, contratos terceirizados de limpeza e vigilância, entre outros. São verbas para manter o funcionamento do campus, que presta em Luzerna uma educação de excelência para mais de 700 alunos, totalmente gratuita e que já oferece à sociedade regional os primeiros frutos desta ainda jovem atuação, como empresas incubadas, serviços e extensão técnica a empresas locais, pesquisa em diversas áreas e, principalmente, fornece profissionais para o desenvolvimento regional, sempre com respeito a pluralidade de pensamento e de maneira ordeira. Caso esse contingenciamento seja mantido, atuação do IFC em Luzerna poderá ser fortemente comprometida, trazendo prejuízos inestimáveis para todo o Vale do Rio do Peixe.

 

 

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