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Três mil exames esperam ser retirados na Unidade Sanitária

14 Maio 2014 16:50:41

Teste do pezinho é feito no recém-nascido e pais não buscam resultados

Teste do pezinho

 A Unidade Sanitária de Concórdia tem em seus arquivos mais de três mil resultados de exames do teste do pezinho que as famílias não foram retirar. Segundo a chefe da Unidade, Genair Bogoni, os exames estão se acumulando desde 2004. “É importante que as famílias tenham estes exames em mãos porque faz parte do histórico da saúde de seus filhos”, ressalta.

 

O teste do pezinho deve ser feito entre o terceiro e o sétimo dia de vida do bebê e é um dos exames mais importantes na hora de detectar irregularidades na saúde da criança. Permite diagnosticar precocemente oito doenças, entre metabólicas, congênitas e infecciosas. A triagem deve ser feita entre o terceiro e o sétimo dia de vida do bebê. Em 1992, o teste se tornou obrigatório em todo o território nacional.

 

Oito doenças podem ser identificadas no teste do pezinho como:

Anemia falciforme - que dificulta a locomoção e acaba lesionando tecidos.

Deficiência de biotionidase - resulta em convulsões, fraqueza muscular, queda de cabelo, surgimento de espinhas, acidez do sangue e baixa imunidade.

Fenilcetonúria - a ausência de tirosina pode acarretar retardo mental.

Galactosemia - problemas de coagulação, icterícia (pele amarelada), hipoglicemia, glicosúria, acidez do sangue e catarata.

Glicose 6-fosfato desidrogenase - uma das principais consequências é a retardação mental.

Hiperplasia congênita da suprarrenal - masculinização do corpo da criança. Além disso, pode ocorrer desidratação, perda de sal no organismo e vômitos.

Toxoplasmose - pode causar calcificações cerebrais, malformações, doença sistêmica grave. Tardiamente, pode se expressar causando doenças da retina.

 

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