RECUPERAÇÃO

Primeira Fase de Recuperação da Avenida Rigesa em Três Barras está concluída

14 Agosto 2016 20:24:49

Segunda fase se deve a colocação de massa asfática

Paulo R Ferreira
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Foto: Paulo R Ferreira
Avenida Rigesa - Agosto 2016

A primeira fase da obra de recuperação da Avenida Rigesa em Três Barras está concluída. Foram construídas novas bases para vários trechos da via em vários pontos críticos que estavam com buracos ou ondulações devido ao grande tráfego de caminhões.

                Na etapa que terminou na última semana foi realizada a retirada do asfalto antigo, feita a terraplanagem e colocados pedregulhos, cascalho e britas para garantir o reforço de sustentação da base. Também foi realizado o nivelamento. Agora a obra tem um tempo de acomodação para fixar e observar o comportamento da estrutura realizada. Após essa etapa será colocada a massa asfáltica.

                As lombadas ao longo da extensão também serão refeitas. Muitas apresentavam sérios problemas na estrutura. Agora a prefeitura vai aplicar na cidade um modelo utilizado na localidade do KM 6, as lombo-faixas, que são faixas de pedestres elevadas.

                A aplicação do asfalto deve acontece em no máximo três semanas. A empresa que realiza os serviços ficou sem uma das misturas do piche o que impede a colocação do material bruto. O material que está com alta demanda no mercado, e por consequência, tem tido lentidão nas entregas é o cimento asfáltico (CAP), fornecido pela Petrobrás.

                Diferente do que algumas pessoas tem especulado, o asfalto novo não cobrirá toda a via e será aplicado apenas nas áreas críticas que receberam a base nova. Segundo o prefeito Elói Quege “um recuperação total só será possível após a conclusão do desvio de caminhões”, comenta. Quege ainda argumenta que “a recuperação da via por completo custaria milhões aos cofres municipais”, comenta.

O prefeito também relembra o grande tráfego de caminhões que tem deteriorado rapidamente a rodovia “as recuperações que a gente tem feito duram aproximadamente seis meses, mas não resistem ao peso dos caminhões”, comenta.

Quege também afirma que a prefeitura tem trabalhado incansavelmente para dar celeridade ao projeto do desvio de caminhões, uma obra a ser realizada pelo Governo do Estado e que contornaria toda a cidade pelas proximidades da West Rock, retirando o fluxo da Avenida Rigesa. No entanto o trâmite estadual é lento e a ainda não há uma definição de como ela começa. O Governador já prometeu a obra há 2 anos, mas ainda não cumpriu.

Reclamações são Recorrentes

Moradores do município constantemente se queixam dos buracos que surgem por toda a Avenida. São inúmeros casos. As manifestações de descontentamento são as mais diversas e ocorrem via telefone, na redação do Jornal Ótimo e nas redes sociais.

Alguns argumentam que as obras tapa-buracos não conseguem dar conta da demanda. Normalmente quando a equipe de obras termina parte dos trabalhos, outros buracos já estão dispostos sobre a pista.

                Segundo Quege, a situação da rodovia o deixa muito “incomodado e triste”, mas argumenta que enquanto os caminhões não forem desviados a revitalização total não pode ser feita porque seria perdida em pouco tempo “é uma obra de milhões”, argumenta. Ele também garante que até lá, os trabalhos pontuais de recuperação irão continuar e que na medida do possível os buracos serão tapados “não vamos parar a manutenção”, afirma.


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