Balneário Piçarras interdita estabelecimento com câmara ilegal de bronzeamento artificial

A ação tem base legal em Resolução do Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa, que proíbe o uso de câmaras de bronzeamento

FELIPE FRANCO, JORNALISTA
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Foto: VIGILÂNCIA SANITÁRIA
“É um estabelecimento que já havia sido lacrado em Barra Velha e que acabou migrando para cá.

A Vigilância Sanitária de Balneário Piçarras interditou nesta sexta-feira, 11, um estabelecimento de bronzeamento que atuava com câmara proibida em todo território nacional, desde 2009. A ação deriva de denúncia recebida pelo órgão sanitário municipal, que tentou por diversas vezes realizar a vistoria até obter êxito.

“É um estabelecimento que já havia sido lacrado em Barra Velha e que acabou migrando para cá. Recebemos a denúncia ontem (10) pela manhã e fomos várias vezes até o local sem sucesso, pois a proprietária já havia sido informada que a Vigilância iria no local. Mas, hoje (11) no início da tarde conseguimos entrar no estabelecimento e interditar o local”, detalha a coordenadora da Vigilância, Eunice de Souza.

O foco da ação foi lacrar o funcionamento da câmara de bronzeamento – resultado na interdição total do local, já que o equipamento era o único serviço oferecido. A ação tem base legal em Resolução do Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa.

Pela Resolução 56, de 9 de novembro de 2009, é proibido “em todo território nacional o uso dos equipamentos para bronzeamento artificial, com finalidade estética, baseada na emissão da radiação ultravioleta (UV)”. Em Balneário Piçarras, o estabelecimento funcionava o centro da cidade.

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