Penha inicia método terapêutico da Equoterapia

“A Equoterapia é algo que vai proporcionar mudanças emblemáticas no município, porque vamos atender pacientes que realmente precisam”

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O projeto foi regulamentado na cidade através de projeto de lei de autoria do vereador Maurício Costa (MDB).

A Secretaria de Saúde de Penha acaba de implantar o método terapêutico da Equoterapia, indo ao encontro da Lei Municipal 3.217/2020. A prática é indicada, segundo a Associação Nacional de Equoterapia, para pessoas com doenças genéticas, neurológicas, ortopédicas, musculares e clínico metabólicas, com sequelas de traumas e cirurgias, doenças mentais, distúrbios psicológicos e comportamentais e também distúrbios de aprendizagem e linguagem.

O Ministério da Saúde detalha que a “equoterapia ou terapia assistida por cavalos é um método terapêutico que utiliza o cavalo por meio de uma abordagem interdisciplinar nas áreas de saúde, educação e equitação, buscando o desenvolvimento biopsicossocial de pessoas com deficiência e/ou com necessidades especiais”, sendo ainda “uma forma de reabilitação baseada na neurofisiologia tendo como base os padrões de movimentos rítmicos e repetitivos da marcha do cavalo. Ao caminhar, o centro de gravidade do cavalo é deslocado tridimensionalmente, resultando em um movimento similar ao da marcha humana com movimentos alternados dos membros superiores e da pelve”

Para participar do programa, a Secretaria de Saúde recomenda que os pacientes ou responsáveis procurem a rede municipal através das Unidades Básicas de Saúde (UBS), Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) ou Associação de Amigos do Autista (AMA).

“A Equoterapia é algo que vai proporcionar mudanças emblemáticas no município, porque vamos atender pacientes que realmente precisam, como aqueles com grau de autismo elevado, paraplégicos, pacientes com algum membro amputado ou que teve traumatismo craniano, trazendo mobilidade para esse paciente”, analisou o secretário de saúde de Penha, Rodrigo Renan Medeiros.

O projeto foi regulamentado na cidade através de projeto de lei de autoria do vereador Maurício Costa (MDB). Ele apresentou a proposta no ano passado, “como opção de tratamento para pessoas com deficiência e/ou com mobilidade reduzida, autismo e /ou doenças com outras necessidades específicas”, narrou no documento.






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